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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Luciferia
Há uma estrada triste e sombria onde os fantasmas caminham
eles procuram por sonhos e esperanças roubados
Há uma ponte feita com os ossos de mentirosos e ladrões
Sem piedade ou misericórdia ela os crucifica a todos.
Bruxa, uma bruxa profana!
Uma garota bonita ela era, feita de amor e bondade
no entanto a dor e o medo a consumiu e do medo nasceu a força
e do amor nasceu o ódio. Ela vaga a noite procurando por
suas vítimas, escravizando fantasmas e demônios em coleiras
Bruxa, uma bruxa profana!
Da luz ela fez crescer as sombras, através do dia ela fez nascer
as trevas, pela força ela puniu e castigou amantes pelo mundo
Cega de ódio e maldade ela caminha pela terra em busca
de uma alma para aprisionar em seu terrível castelo de gelo negro
Bruxa, uma bruxa profana!
Suas vestes negras como a noite se fim, seus olhos eram negros
e perturbadores, olhos amaldiçoados aprisionadores de sentimentos
Seu olhar era frio e mortal como a lâmina de uma faca
Olhos, olhos profanos!
Sol encarcerado nas profundezas de seu âmago, lua escravizada
obrigada a brilhar através de dias e noites de eterna escuridão
Contra seu poder não há quem possa, contra sua vontade não
há escolha, não existe esperança, não existe escapatória.
Bruxa, bruxa profana!
Ela repousa em seu caixão no antigo cemitério de onde comanda
seus escravos seguidores, demônios e fantasmas a seu dispor
E nas noites de luz cheia ela se prepara para o ritual de eternidade
onde ela lê as palavras malignas do livro de Macabria
reiniciando o seu poder e perpetuando a sua existência.
Há um cheiro de morte em Luciferia
Uma sinfonia do inferno é tocada por Luciferia
Uma bruxa, uma bruxa profana!
* (Inspirado na canção de Theatre des Vampires)
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